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Colaboradores

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Por que visitar o dentista? (mesmo sem dor)

Afinal, por que devemos (ou deveríamos) visitar um dentista periodicamente?

Parece uma pergunta simples, até mesmo boba, mas já parou para realmente refletir sobre isso?

Será que é apenas uma “propaganda” para assegurar que os consultórios estejam sempre com a sala de espera lotada? Para que o dentista procure procedimentos a serem feitos, só pra você gastar mais um dinheirinho que não esperava gastar?

Eis alguns dos principais motivos:

A maioria das pessoas acredita que existem problemas em seus dentes SOMENTE quando sentem dor, quando algo está incomodando, quando quebra alguma coisa, ou, para os mais vaidosos, quando algo não está visualmente satisfatório (dentes amarelos demais, por exemplo). Claro, existem também os indivíduos (tanto homens como mulheres), que não deixam de comprar uma roupa da moda ou ir ao salão de beleza toda semana, mas acreditam ser um roubo o preço de uma consulta odontológica. Ou seja, falta de informação, conscientização e valorização da própria saúde.

Isso é fácil de compreender, principalmente em países como o Brasil, mas é perigoso. Entenda por que:

- Muitos problemas que podemos ter na boca e nos dentes só começam a provocar dor quando alcançam estágios mais avançados e irreversíveis, por exemplo:

· A cárie: A cárie é provocada por bactérias, que produzem um ácido que degenera a estrutura dos dentes, criando cavidades que ficam cada vez mais profundas, até atingir o canal (dentro de cada dente passam vasos sanguíneos e um nervo). Uma vez que o canal foi atingido, ou que a cárie chegou muito próxima a ele, se torna necessário o tratamento desse canal. O problema é que, muito antes de o paciente sentir qualquer dor, a cárie provavelmente já estava lá, e poderia ter sido tratada de forma simples, com sua remoção e uma restauração (obturação). Quando o tratamento do canal precisa ser feito, o tratamento se torna muito mais trabalhoso, e mais caro para o paciente.

· Câncer de boca: Você fuma há muitos anos? Ou tem aquele tio, avô ou qualquer parente ou conhecido que fuma dois, três maços de cigarro por dia?


Bom, é importante dizer que, além do fator genético, o cigarro predispõe muito mais a pessoa a desenvolver câncer de boca, além de câncer no pulmão, por exemplo. O mais importante nessa história: O câncer de boca começa como uma pequena mancha, que evolui para um ferida, como se fosse um pequeno machucado, e muito provavelmente só causará dor significante em estágios avançados, talvez apenas quando já houver algum tipo de metástase.



Bom, dentre muitos outros motivos, deixei como exemplo dois extremos em termos de freqüência e complexidade...agora:



Há quanto tempo você não vai ao dentista?


Um grande abraço,

Dr. Paschoal Pippa Filho

(11) 9756-5859

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

por onde começar...

Começando o Site

Com tanta propaganda na televisão sobre escovas super tecnologicas, dentes sensíveis, clareamento e dentifrícios (pastas de dente), além da grande preocupação que todo mundo (até parece...) tem com a saúde bucal, decidimos criar aqui nossa pequena contribuição. Desde urgências odontológicas até os tratamentos estéticos mais atuais, passando por questões que poucos conhecem sobre a área, estaremos aqui fazendo o possível para tirar dúvidas e desmascarar mitos sobre os tratamentos e soluções para diferentes questões de saúde bucal.



levaremos em consideração qualquer pergunta ou dúvida deixada por e-mail ou mesmo comentário no blog, enquanto preparamos informações interessantíssimas, participe, deixando idéias de temas a serem abordados!! todos são bem vindos!!

Ah sim, o vídeo abaixo é excelente, confiram!


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domingo, 26 de abril de 2009

Clareamento Dental

Como este blog tem como objetivo principal tirar dúvidas e esclarecer assuntos sobre a odontologia para pacientes e leigos interessados na área, as postagens em forma de artigo serão feitas de forma simples, para que todos possam entender os fundamentos básicos e os princípios dos tratamentos odontológicos abordados.


Esse é um tema delicado de se discutir, tendo em vista as diferentes possibilidades, técnicas e produtos para o tratamento além das dúvidas quanto à existência ou não de efeitos colaterais para os dentes e para o organismo e de contra-indicações.


Acredito que, para os pacientes, algumas das principais dúvidas e pensamentos são:


- “Quanto” os meus dentes vão clarear?


- Qual é melhor, clareamento caseiro ou de consultório?


- Clareamento a Laser é melhor?


- Pastas de dente clareadoras realmente funcionam?


- Estou grávida, será que posso fazer clareamento ou é melhor esperar?


- Meus dentes ficarão mais fracos?


- Quais os cuidados a serem tomados após o clareamento?


Em meio a tantas perguntas, existem verdades e alguns mitos, além de muito marketing relacionado a determinados métodos. Esperamos poder sanar boa parte das dúvidas, deixando claro que as informações colocadas neste texto são baseadas em evidências científicas e estudos atuais, podendo haver novas descobertas no futuro, que procuraremos informar.


Clareamento dental, mitos e verdades.


Para que os mais apressadinhos não precisem ficar caçando informações específicas no texto, deixei uma relação das principais curiosidades e informações sobre pontos que acredito serem de maior interesse para os pacientes. Para aqueles que se interessarem em conhecer um pouco mais sobre o assunto, principalmente pra pegar no pé do dentista quando estiverem na cadeira (brincadeira!), o texto está bem completo, e sem muitas informações chatas (pelo menos na minha opinião…).


Para começar, explicarei de forma básica e o mais clara possível como funciona o clareamento, quais os produtos utilizados e como agem na superfície dos dentes.


O que clareia meus dentes?


O tipo de clareamento mais procurado e indicado no consultório é o clareamento externo, ou seja, aquele com o objetivo de clarear um ou mais dentes através da aplicação de um produto específico na superfície dos mesmos. Para entrar em assuntos mais chatos, o composto que age clareando os dentes é o Peróxido de Hidrogênio, utilizado em concentrações que variam dependendo da indicação e técnica aplicada. Ele é usado em maior concentração (por ex., 36%), para o clareamento em consultório, já que o dentista estará presente acompanhando possíveis contatos indesejados do produto com a gengiva, língua e mucosa oral (em altas concentrações, o produto “queima” os tecidos moles da boca). O profissional também poderá acompanhar eventuais problemas de sensibilidade durante o procedimento (isso varia de paciente para paciente, podendo ser maior quando há trincas nos dentes, por exemplo).


Como esse produto age?


Basicamente, o Peróxido de Hidrogênio age penetrando no esmalte e dentina (que apresenta centenas de microtúbulos) devido ao seu baixo peso molecular, e sofre oxidação, liberando moléculas de oxigênio, que irão “quebrar” as moléculas de pigmento que estavam unidas à estrutura do dente, causando determinados tipos de manchas ou “amarelamento” e mesmo modificando a cor do dente. Ao remover as moléculas responsáveis pelas manchas, ficam radicais livres nos dentes, ou seja, moléculas do próprio dente ficam livres para que outras substâncias possam se unir a elas. Dessa forma é necessário muito cuidado com a alimentação, sobretudo nessa fase, para que novos pigmentos não se unam ao dente, prejudicando o tratamento.

*É importante saber que nem todos os tipos de manchas respondem bem ao clareamento, as mais indicadas para tratamento são:


- Dentes escurecidos pela idade e hábitos alimentares (coca-cola, café, chá preto, etc…)

- Dentes manchados por uso de tetraciclina (antibiótico) e seus derivados

- Dentes escurecidos após trauma (indicação para clareamento interno)

- Dentes acometidos por fluorose (quem “comia” pasta de dente na infância, durante a formação dos dentes. O assunto será abordado em maiores detalhes em outra postagem)

- Dentes indicados para faceta


Vamos à parte PRÁTICA!


É importante que se entenda um conceito básico sobre o processo de clareamento antes de comentar sobre as técnicas, então leia com atenção o parágrafo a seguir:


IMPORTANTE: O quanto seu dente pode clarear depende de fatores como origem das manchas e do amarelamento, além da estrutura do próprio dente. Ou seja, as técnicas variam, mas o resultado final possível para cada caso será alcançado com qualquer técnica, desde que seja indicada e realizada de maneira correta pelo dentista e com a cooperação do paciente, podendo levar mais ou menos tempo.


Dessa forma, chegamos à conclusão de que as técnicas de clareamento variam em sua indicação, conforto e custo, bem como no tempo necessário para que o resultado seja alcançado.


Mas e o LASER, por que é mais caro?


Aqui entramos em um aspecto delicado.


O laser vem sendo muito estudado na odontologia, e vem sendo utilizado com diversas finalidades terapêuticas. No caso do clareamento dental, ajuda a diminuir uma eventual sensibilidade durante e após a consulta, mas NÃO é o laser que clareia os dentes, e a sua presença NÃO é necessária para que a reação química responsável pelo clareamento ocorra de forma plena.


Portanto, o laser tem seu papel, mas não possibilita um resultado final diferente ou melhor do que, por exemplo, um clareamento sem nenhum tipo de luz.


Lembrando um pouco das aulas de química, sabemos que qualquer aumento de calor acelera reações químicas, e isso também vale para o processo de oxidação do agente clareador, assim, uma fonte de luz qualquer que também gere calor já é suficiente para acelerar o processo e economizar alguns minutos na sessão, dando mais conforto ao paciente, mas a reação ocorre com ou sem luz.


Clareamento em consultório:


É realizado basicamente em 2 a 3 sessões de 40 minutos a 1 hora, nas quais a gengiva do paciente é protegida por uma barreira, e o gel clareador é aplicado e lavado da superfície dos dentes 3 vezes, sendo que cada aplicação dura cerca de 15 minutos.


Clareamento Caseiro:


O paciente precisa ser inicialmente moldado em consultório, para que o dentista confeccione uma moldeira transparente. O paciente receberá então sua moldeira personalizada e 1 ou 2 seringas contendo um gel clareador de concentração menor do que o utilizado em consultório.


Assim, durante cerca de 2 a 3 semanas, o paciente será orientado a aplicar o gel corretamente na moldeira, e a dormir com a mesma em posição. Caso não consiga dormir ou se sinta incomodado, poderá utilizar a moldeira com o gel durante o dia, por pelo menos 3 horas.


Para ambas as técnicas, o acompanhamento de um dentista é imprescindível, tanto para orientações como para acompanhamento da cor.


IMPORTANTE: Quando parar?


Na maioria dos casos, chegamos em um ponto no qual os dentes não mais respondem ao processo, e essa é a “deixa” para pararmos. Em determinados casos, conforme o andamento do tratamento, percebemos que os dentes do paciente foram muito susceptíveis à ação do peróxido, clareando muito bem e muito rápido. Nesses casos, é importante que tanto o cirurgião-dentista como o paciente tenham bom senso e entrem em um acordo quanto a continuar ou parar por aí, pois dentes extremamente brancos tendem a dar um aspecto “artificial” ao sorriso. Dessa forma, conversar e deixar tudo muito claro quanto a expectativas e possibilidades é sempre essencial.


PERGUNTAS E RESPOSTAS RÁPIDAS:


1- Os dentes podem voltar a escurecer?

Resposta: Sim, mas provavelmente nunca como eram antes, podendo haver necessidade de manutenção depois de 1 ou 2 anos, dependendo muito dos hábitos alimentares do paciente.


2- O clareamento pode enfraquecer os dentes?

Resposta: Não, a estrutura do dente permanece intacta. Para se ter uma idéia, um bochecho com coca-cola retira mais minerais dos dentes do que uma sessão de 1 hora de clareamento em consultório. (por falar nisso, e lembrando do programa “o mundo de beackman” já tentaram deixar um osso de galinha, ou um dente-de-leite em um copo com coca-cola durante um dia inteiro? Vale a pena ver o que acontece)


3- Dói?

Resposta: a sensibilidade varia para cada caso. Dentes com muitas trincas devido a apertamento e “bruxismo” tendem a ser mais sensíveis, mas outros fatores, como a própria subjetividade da dor atuam nesse ponto. A solução para isso são os produtos em concentração baixa para clareamento caseiro e alguns agentes dessensibilizantes que podem ser incorporados ao procedimento quando necessário.


4- Sou fumante, posso fazer clareamento?

Resposta: Nesse ponto tenho a obrigação de ser redundante e lembrar dos males que o cigarro traz, entre eles, uma maior possibilidade de se desenvolver câncer de boca. Para o clareamento, é fundamental que o paciente pelo menos diminua muito o hábito de fumar, sobretudo nos primeiros 2 a 3 meses após o tratamento, pois o cigarro é um dos principais causadores de pigmentação nos dentes.


5- As pastas de dente e produtos para bochecho ditos clareadores ou branqueadores funcionam?

Alguns produtos no mercado, que são de livre acesso, como pastas e colutórios (bochechos), são comercializados com a finalidade de “branquear” os dentes. Eles contém as mais variadas formulações químicas, que têm muitas vezes efeitos interessantes comprovados inclusive pela associação brasileira de defesa do consumidor, mas alguns fatores importantes não são deixados claros por boa parte dos fabricantes:

  • O efeito clareador de pastas é estritamente superficial, baseado sobretudo na remoção de manchas causadas por hábitos como a alimentação e fumo.
  • As modificações reais de cor dos dentes somente são possíveis com o uso de produtos que agem internamente no esmalte e dentina, deixando osdentes de fato mais claros.
  • Algumas substancias presentes em certas pastas ditas clareadoras, são abrasivos que, se mal indicados, podem causar desgastes excessivos na superfície do esmalte.


Bom, essas foram algumas das informações mais importante voltadas para pacientes, além de algumas coisas um pouco mais técnicas, que esperamos que possam ter sido úteis. Caso existam dúvidas de qualquer parte, ou sugestões de colegas, fiquem todos à vontade para entrar em contato!


Atenciosamente,

Dr. Paschoal Pippa Filho

Dra. Tatiana Luppi de Mello


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sábado, 25 de abril de 2009

Cuidados básicos com sua saúde bucal

em breve, informações sobre como fazer corretamente sua higiene bucal, uso da escova, fio dental, etc.

estamos em desenvolvimento.

obrigado
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Restaurações Estéticas

Pensando em trocar suas “obturações” escuras e antigas por restaurações da cor do dente?



Nesse artigo descubra:


- qual o melhor material? Amálgama ou resina composta?


- quando e por que trocar


- quando e por que não trocar


- informações importantes e interessantes.


Em odontologia existe uma grande quantidade de materiais que podem ser utilizados para “consertar” os dentes, ou seja, restaurá-los quando perdem estrutura, seja devido a uma fratura ou acidente, seja pela presença da doença cárie.


O que muitas pessoas conhecem como “massinha” ou “obturação” está longe de ser um procedimento simples. O material deve ser adequadamente selecionado, levando em conta inúmeras variáveis relativas ao caso e ao paciente, e, acima de tudo, a técnica deve ser bem realizada, pois isso poderá determinar, por exemplo, se a restauração será confiável por poucos meses ou por muitos anos sem precisar ser trocada ou consertada.


NÃO PROCUREM APENAS POR PREÇO BAIXO!!


Como a maioria dos produtos e serviços com os quais entramos em contato no mundo atual, existem variações muitas vezes impressionantes e até grotescas de preço, e na odontologia não é diferente. Acreditem, apesar de a maioria inquestionável da população nem mesmo se perguntar por que, na odontologia, essa variação de preço TEM fundamento na maioria dos casos. FIQUE ATENTO, VOCÊ ESTÁ LIDANDO COM SUA PRÓPRIA SAÚDE.


Dito isso, vamos às restaurações:


O que é o amálgama?


Se você tem uma ficha um pouco mais antiga em consultórios odontológicos, e teve algumas cáries, provavelmente leva em seus dentes um tipo de restauração cinza, ou prateada, que esteticamente pode não ser muito agradável para quem tem uma certa vaidade.


Esse material é o amálgama. Basicamente uma liga de prata com mercúrio, muito consagrada e utilizada na odontologia, com muitas vantagens e algumas desvantagens, mas muito confiável quando bem feita.


Por outro lado...


Hoje em dia todo mundo quer dentes mais brancos, e aquelas restaurações antigas, principalmente nos dentes inferiores, que costumam aparecer mesmo quando a pessoa fala, começam a incomodar.


Nesse momento é que aparecem as resinas compostas, que já existem há muito tempo, mas que há alguns anos não eram nem de longe confiáveis como são hoje. As resinas compostas permitem que restaurações sejam feitas de forma a ficarem IMPERCEPTÍVEIS nos dentes, e esse é o maior desafio para dentistas que focam seu trabalho na ESTÉTICA. Existem inúmeras marcas, inclusive nacionais, de qualidade excepcional, com variedades de até 36 diferentes cores, tons, e opacidade para que pareçam naturais nos dentes do paciente.


Então devo ou não devo trocar?!


Vou resumir isso em informações práticas, úteis e importantes, portanto atenção:


- Hoje, as resinas são perfeitamente confiáveis para substituírem o amálgama, podendo durar mais de 10 anos, apenas com manutenção e repolimento....mas....


- ...a resina composta exige muito mais cuidado técnico do que o amálgama para ficar confiável, portanto, mais conhecimento e cuidado por parte do profissional.


- Quando feitas “de qualquer jeito” ou com materiais de má qualidade ou vencidos, é provável que haja dor, sensibilidade e cárie ao redor das restaurações em resina, isso pode ser a curto ou médio prazo.


- Com amálgama isso pode acontecer também, mas o material não exige tantos cuidados extras. Assim, as chances de “acerto” são maiores em situações desfavoráveis. Por isso esse material costuma ser escolhido para pacientes com dificuldade de abertura de boca, pacientes especiais, pacientes com má higiene oral, ou mesmo regiões na boca em que não foi possível manter uma situação ideal de umidade, controle da salivação, posição da língua (para dentistas ou clínicas que não utilizam isolamento absoluto), etc.


- Nunca se esqueça de que sempre são necessárias visitas periódicas ao dentista, no caso, para verificar se as restaurações já realizadas precisam de algum tipo de manutenção, para analisar se houve desgaste excessivo ou a presença de recidiva de cárie próxima às margens da restauração.


CONCLUINDO


Atualmente, realizar a substituição de restaurações de amalgama por resina composta é um procedimento confiável, indiscutivelmente mais estético e com durabilidade satisfatória, tendendo a melhorar a cada ano, graças à grande quantidade de estudos na área de materiais dentários.


Obviamente, para que as vantagens da resina composta sejam aproveitadas ao máximo, o procedimento deve ser realizado por um profissional de confiança e atualizado quanto às características e exigências dos materiais atuais.


Como sempre, estarei sempre à disposição para discussões, dúvidas, sugestões, críticas, etc....


Um grande abraço,



Dr. Paschoal Pippa Filho

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